Circuito de Tênis Gaúcho divulga Ranking de Clubes da temporada 2018

Circuito de Tênis Gaúcho divulga Ranking de Clubes da temporada 2018
No total, 16 clubes e academias participaram das nove etapas realizadas no ano


Porto Alegre (RS) – Nove etapas disputadas, cerca de 1.200 participantes entre 8 e 16 anos de idade, dezenas de técnicos e centenas de pais torcendo e incentivando a garotada. Estes são alguns dados referentes à temporada 2018 do Circuito de Tênis Gaúcho, que chegou ao final no dia 25 de novembro, com o torneio no Belém Novo Golf Club, em Porto Alegre. O evento, realizado pela Associação Leopoldense de Esporte e Cultura (ALEC), com patrocínio da Stihl e Banrisul, apoio ouro da Previsul e Nat, através da Lei Federal de Incentivo ao Esporte do Ministério do Esporte do Governo Federal, contou também com o apoio da Água da Pedra/Fruki, clubes sedes e Federação Gaúcha de Tênis (FGT).

Nesta semana foi divulgado oficialmente o Ranking de Clubes, confirmando a Associação Leopoldina Juvenil em primeiro lugar, com 2.951 pontos. A Academia Dietze ficou em segundo, com 2.277 e a Sogipa em terceiro lugar, com 1.337. A quarta colocação coube ao Grêmio Náutico União, com 978, seguido do Recreio da Juventude, de Caxias do Sul, com 786 pontos e considerado o “campeão do interior”. Na sequência, pela ordem, aparecem o Dunas Clube de Pelotas (689), Avenida Tênis Clube, de Santa Maria, (645), São Leopoldo Tênis Clube (389), Projeto WimBelemDon (358), Parque Tênis Clube, de Pelotas, (317), Clube Tiro e Caça, de Lajeado, (265), Belém Novo Golf Club (142), Sociedade Aliança de Novo Hamburgo (125), Clube 28 de Maio, de Santo Ângelo, (98), Clube Comercial de Passo Fundo (95), e Clube do Comércio de Porto Alegre (26).

DESTAQUES – A Associação Leopoldina Juvenil voltou a se consagrar em primeiro lugar no ranking, conquista importante mas que fica em segundo plano devido ao perfil da competição, que é o de dar oportunidade de iniciação ao esporte a quem está começando. O técnico da equipe da ALJ, Maurício Motta, o “Tuca”, lembra que é um “privilégio” contar com um evento como este no Rio Grande do Sul. “Serve como uma escola para a nossa garotada, uma porta de entrada para as competições federadas. Agora, é preciso pensar em novas alternativas para manter e ampliar o interesse dos clubes e academias. O circuito é fantástico e deveria ser uma prioridade para técnicos e jogadores. Para nós, o CTG sempre será especial, independente de chegar na frente no Ranking de Clubes”, observou Tuca.

Já a Academia Dietze saiu da sexta colocação no ano passado para o vice-campeonato em 2018. Esta posição ganha ainda mais valor, já que a equipe foi formada, em grande parte por integrantes do Instituto Tênis (IT), conhecido projeto social, cuja participação foi garantida pelo patrocínio da Stihl, Banrisul, Previsul e Nat, através da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. De acordo com a coordenadora do IT Núcleo Porto Alegre, Rosani Oliveira Franco, a colocação final foi bastante comemorada pelos jogadores. “Foi um grande desafio e ao mesmo tempo uma motivação, pois eles vêm de uma base zero, tomaram conhecimento do esporte tênis na escola, onde foram iniciados através do Projeto Massificação, tendo aulas duas vezes por semana no período de educação física. Aqueles que tiveram o interesse e mostraram uma desenvoltura e capacidade foram convidados para treinar na sede do IT, dentro da academia Dietze Tennis. A rotina destes alunos é de 2ª feira a 6ª feria das 14h às 18h e das 9h às 11h30min, em turnos inverso da escola. Esta premiação de vice-campeão só comprovou que eles são capazes de “conquistar o mundo” com o próprio esforço e que não dependem de ninguém, apenas deles mesmos”, explicou Rosani.

A coordenadora do IT/POA lembra um fato interessante: no ano passado foram seis participantes na etapa do Belém Novo Golf Club, onde eles assistiram a Sogipa receber o troféu de campeã. “Todos comentaram: que legal, professora, este troféu, tão grande e bonito. Será que um dia vamos ganhar um? Logo respondi: fiquem de olho aberto, o ano que vem estaremos aqui, só depende de vocês. Um dos alunos que estava lá neste ano lembrou este episódio quando recebemos o troféu. Eles se esforçam muito para chegar lá, pois além do comprometimento que cobramos deles em treinar, ainda apresentam o boletim trimestralmente para permanecer no Projeto”, disse ela.

Na sua avaliação, o Circuito de Tênis Gaúcho é de “suma importância, pois oportuniza aos alunos que estão iniciando no esporte participarem de torneios com atletas do mesmo nível, não tendo a frustração de serem eliminados logo no primeiro confronto, motivando-os a seguir em frente. A lei de Incentivo ao Esporte vem ajudando muita gente e desejo que os organizadores, atletas, treinadores nunca desistam desta luta para, cada vez mais, melhorarem não só o tênis gaúcho, mas o esporte num todo, para que daqui 20 anos possamos ter orgulho em dizer que ajudamos o crescimento da modalidade com atletas brasileiros no cenário mundial. Importante ainda lembrar do apoio que os projetos sociais recebem dos organizadores como a isenção de inscrições, alimentação, hospedagem, etc. Isto nos dá chance de inscrever o maior número de atletas possível. Sem esta ajuda não seria possível competir de igual para igual com aqueles que têm mais condições."”, conclui.

Divulgação: De Zotti - Assessoria de Imprensa

Crédito: Quadra Eventos/ALEC/Divulgação

A Tretorn é a Bola Oficial da Federação Gaúcha de Tênis